21 agosto, 2008
-- a morte não é nada mais que a ausência da vida.
-- então a vida seria a ausência da morte, e não é assim. a gente vive para ver morrer.
-- a vida é a morte, ela está aí todos os dias, em todas as coisas. olhe para o céu: as estrelas são fantasmas. cada segundo que passa é um momento morto. você já pensou que o futuro vira passado assim que você termina de pronunciar a palavra?
-- eu sei. futuro-passado-futuro-passado-futuro-passado, é um ciclo que não acaba nunca. ou melhor, acaba sim.
-- tudo se resume a uma coisa só, que não é o presente, já que ele não existe. é uma coisa que não tem nome, mas é isso que a gente vive.
-- antes eu achava que o tempo era vida, agora penso que é morte.
18 agosto, 2008
e o nada cresce, cresce tanto que ocupa tudo, e quando vejo tem aquele abismo me olhando, e ele vai crescendo também, logo está maior que eu, dá medo de ver, é bom piscar bastante, porque parece que ele diz seu nome, e ele está ali, só esperando um descuido.
faço versos como quem morre, e a morte é isso, é o nada. é por isso que bota medo na gente, e é por isso que os poetas são todos meio loucos; o nada assusta, move e preenche. aqueles versos todos sem rimas, que nem falam de amor, só de vida. eu como o nada. faço os versos para me alimentar de tédio.
cuspo fora todo o prazer, que é assim que me ensinaram. fujo pela tangente que é aquela porta aberta, mas sei que vou voltar;
(há um encanto nesses dias e noites tão vazios que dá até para tocar);
penso em mim e nos outros; o encanto contagia tudo: o quarto, a cama, o relógio que parece lua, as crianças que pedem uma moedinha para ajudar, os padres e os peixes, a seção de cosméticos no mercado, até a mim,
e eu escrevendo e escrevendo sem parar, escrevo só para ver o nada virando real.
29 julho, 2008
"Ainda tem um pouco de vodka".
é velho, eu sei.
19 julho, 2008
fui de bicicleta até o final de marília, num dos pontos mais altos, bem no finalzinho da tarde. lá de cima dá para ver a cidade quase inteira e o mais belo pôr do sol no horizonte da estrada. pude ver o céu quase translúcido transfigurar-se em amarelo, laranjado forte, vermelho; depois se cansou e virou lilás e azul petróleo. assisti ao nascer da lua, às primeiras luzes da cidade se acendendo e até pude rever a estrela que tem o meu nome, aquela que brilha forte com todas as cores e fica do lado mais sul do céu assim que a noite cai.
vi o terreno baldio que a gente costumava explorar às pedaladas. ainda está lá aquela árvore solitária, em meio ao nada, que não faz mais nada a não ser assistir ao despertar e adormecer da cidade à seus pés dia pós dia.
desci as duas ramponas sem botar um dedo no freio. fui cambaleando pelos buracos, desviando dos galhos mais baixos, sentindo o vento na cara. vi o laguinho laranjado com a luz do entardecer, com seus gansos barulhentos correndo pra lá e pra cá. mais tarde vi ele de novo, só que diferente, negro, com um grande ponto brilhante reflentindo em sua metade, os patinhos recolhidos embaixo duma árvore, os casais de namorados sentados na grama e tentando se proteger do friozinho mariliense.
lá de cima do mundo, me senti feliz como nunca. compreendi muitas coisas, pude perceber como tudo quase sempre é muito simples. queria em eternizar aquele momento, mas não sabia como... minha solução foi escrever aqui. não significa nada para mais ninguém, mas vai ficar sempre guardadinho nos arquivos do meu bloguinho, para quando eu quiser reler e sentir de novo aquele vento cortando meu rosto em meio àquela luz laranjada. deu saudades de você, fábia.
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a segunda coisa preferida foi ir ao cinema com meu irmão, com milhões de guloseimas escondidas na bolsa (e na blusa), e assistir ao filme novo do batman. massa, hein.
17 julho, 2008
antonina: uma outra dimensão

O Festival acabou oficialmente no último sábado – mas só oficialmente. Pode parecer piegas, mas essa edição de 2008 vai ficar guardadinha num cantinho bem especial da memória de todo mundo que foi pra Antonina. Talvez tenha sido pela equipe que estava lá, talvez por ter sido novidade para mim, talvez pelos shows, talvez pela comida boa, talvez até pela Nenega musa, não sei exatamente o motivo, mas foi tudo maravilhoso.
Fui pela TV Comunicação. Nós nos matávamos todos os dias para fechar um jornal e exibir no telão, antes do show principal. Toda a equipe estava extremamente unida, nem parecia trabalho. E olha que a gente acordava bem cedinho, trabalhava sem parar até a noite (quer dizer, só parava para almoçar, com nossos vales que miraculosamente rendiam horrores em comida), corríamos para fechar o jornal a tempo (e o mais difícil: convencer o Pacheco a esperar o nosso CD ficar pronto para exibi-lo antes de começar o show). Era um corre-corre danado pra lá e pra cá, até cheguei a sonhar uma noite que minhas pernas estavam tão musculosas que não entravam mais nas calças. Pode parecer que uma rotina dessas era estressante, mas não, muito pelo contrário. A gente se divertia o tempo todo, durante as filmagens, pensando em passagens criativas, passeando pela cidade, no trapiche, nos restaurantes, bebendo Fontana (só depois do expediente), no sindiqueijo (apelido carinhoso para o nosso QG), no hotel, enfim... em qualquer lugar e em qualquer momento.
Criamos uma musiquinha lá que resume bem o cotidiano da TV Comunicação:
Bebe um pouquinho
Passeia um pouquinho
Fala ‘Calma, Pacheco!’
Sobe a escadinha
Desce a escadinha
Fala no rádio ‘Calma, Pacheco!’
Vê o Ivan editar um pouquinho
Vê o Ivan sair correndo um pouquinho
Filma pra caramba
Come pra caramba
Na verdade, eram muitas musiquinhas. Tem o clássico funk (“Susse, Susse, Susse like a mousse!”) e o nosso rap technera da Nenega (“Negra mulher, que vende barreado / Faz muito bom, e ganha um trocado / Não é mais menina, mas mora em Antonina / É a lenda do Festival, mais famosa que o Sandoval”). Bom, nessa última letra tem um verso perdido, só sabe quem estava lá.
Havia falado pra meio mundo que iria chegar em casa e escrever para o Blog. Não consegui de cara e hoje, alguns dias depois de voltar, ainda não sei muito bem como descrever aquela experiência. Afinal, a gente se divertia muito, mas não era só festa. Aprendi muito sobre telejornalismo em apenas uma semana, talvez até mais do que em todo o semestre em que fiz a disciplina. Foi jornalismo na prática, com deadlines apertados, pautas caindo, pautas surgindo, conheci muita gente bacana e idéias interessantes. Outra vez serei piegas: foi um ganho de vida.
Falei só da TV, mas todos os outros veículos foram extremamente bons. O Caranguejo e o Caranguejinho não deixaram nada a desejar em termos de jornalismo impresso. A Rádio Caranguejinho também estava ótima. Dou os meus parabéns sinceros a todo mundo que participou dessas oficinas – eu realmente me surpreendi com a qualidade do resultado.
É difícil falar de uma coisa tão ampla sem resumir, então esse foi o meu singelo resuminho do Festival desse ano. Para quem não foi, não perca o do próximo ano. É sério. E pra quem foi, nos vemos lá de novo ano que vem.
*texto originalmente publicado no Blog da Redação.
02 julho, 2008
lembrei de um textinho meu de janeiro de 2007, acho que tem tudo a ver com o agora. como eu tô com preguiça de fazer uma longa dissertação sobre o tema, vai rolar um ctrl c + ctrl v, mesmo.
Foi mal aí, Religião, mas eu aprendi muito mais com umas parcas revistinhas do Homem-Aranha do que com o tantão que você tentou me ensinar. Mas não... Não sinta-se mal por isso, por favor! Você ainda tem o seu valor. Você faz a galera se conformar com a vida que leva, ou melhor, com o não-sentido de por que tal vida deve ser levada. Você é uma das razões para aqueles programas divertidíssimos que passam nas tardes da Record, tipo o "Do Fundo do Poço", em que uma câmera fica numa posição inferior e, lá de cima - de fora do 'poço' - o pastor dá as receitas de como melhorar a sua merda de vida (a outra razão - sinto muito - é o dinheiro). E também você serve pra quando é escuro, e de repente me vem um medo de qualquer coisa, é em você que eu me apóio, apesar de todo o descaso implícito na luz do dia. Mas cê tá por aí faz uns par de mil anos, não deve se importar ou se abalar com uma coisinha à toa como uma reclamação dessas, né não? Você ainda é importante em momentos de desespero. Ou de esperança. O que eu quero dizer é que você tá meio manjada... Aquele papo de Adão e Eva, de Limbo, tudo isso não tá colando mais, não. Que tal deixar de lado todas aquelas metáforas e fórmulas e tentar fazer com que a gente compreenda a realidade do jeito que ela é e, aí sim, quem sabe a gente possa entender e amar ao próximo. Ou se matar de uma vez.
religião é um negócio muito subjetivo. eu encontro minha paz em maneiras alternativas, não necessariamente de joelhos num banco de igreja. às vezes me dá saudades de sentir aquele conforto ao ler algum livro religioso. nesses folhetinhos, tudo parece simples, descomplicado, fácil - basta ser bom e amar a deus.Quem sabe a verdade não tá bem na frente dos nossos olhos... E por ser tão simples, a gente simplesmente não consegue enxergar?
nada
não estou dizendo isso para as pessoas comentarem 'ah, claro que não, você é mor legal', eu só precisava colocar isso pra fora.
post de crise pré-adolescente total.
26 junho, 2008
xo
de novo.
nobody broke your heartestava conversando sobre ele com o meu irmão, dia desses, lá no durva's. nós concluímos que o elliott é um dos poucos artistas 'modernos' que consegue realmente tocar as pessoas. pense em quantas músicas te fazem chorar ou pelo menos te deixam um pouco emocionado. não devem ser muitas, né? pois é. o elliott sabe pegar seu o coraçãozinho e quebrar em mil pedacinhos. depois ele te ajuda a juntar os caquinhos, põe tudo no lugar, ainda dá um beijinho de carinho, pra depois quebrar de novo.
you broke your own because you can't finish what you start
o elliott era assim tão genial porque ele conseguiu fazer músicas ao mesmo tempo muito simples e muito boas. os acordes são fáceis de reproduzir, as letras não falam nada de muito extraordinário, mas ainda assim têm um quê de genial. as melhores músicas, assim como qualquer outra obra, são aquelas que são boas justamente por serem simples. o que os gênios fazem? quase sempre são coisas que todo mundo pensa 'meu deus, como EU não tive essa idéia antes?'. eles enxergam o óbvio, e isso é revolucionário. o elliott era assim.
só pra constar: pensamos no beirut também, uma das poucas bandas boas e originais dos últimos tempos. o mundo da música anda muito pouco sensitivo...
24 junho, 2008
não sei o que me faz gostar tanto dele... talvez seja a cara de tristeza pura, ou então as melodias muito muito simples que casam perfeitamente com as letras, ou qualquer outra coisa que dificilmente teria explicação em palavras. o fato é que esse rapaz foi bão. corrigindo, é bom, porque verbos no passado são tristes. e se ele ainda é amado, ainda não morreu.
First the mic then a half cigarette
Singing cathy's clown
That's the man that she's married to now
That's the girl that he takes around town
She appears composed, so she is, i suppose
Who can really tell?
She shows no emotion at all
Stares into space like a dead china doll
I'm never gonna know you now, but i'm gonna love you anyhow
Now she's done and they're calling someone
Such a familiar name
I'm so glad that my memories remote
'cos i'm doing just fine hour to hour, note to note
Here it is the revenge to the tune
"you're no good,
You're no good you're no good you're no good"
Can't you tell that it's well understood
I'm never gonna know you now, but i'm gonna love you anyhow
I'm here today and expected to stay on and on and on
I'm tired
I'm tired
Looking out on the substitute scene
Still going strong
Xo, mom
It's ok, it's alright, nothing's wrong
Tell mr. man with impossible plans to just leave me alone
In the place where i make no mistakes
In the place where i have what it takes
I'm never gonna know you now, but i'm gonna love you anyhow
I'm never gonna know you now, but i'm gonna love you anyhow
I'm never gonna know you now, but i'm gonna love you anyhow
post de pré-adolescente
estou em marília, está chovendo, fui paparicada e bem alimentada, já assisti seriados, tomei uma mocoquinha (infância!), ganhei colo dos pais... quanta coisa boa! :)
tem coisas que não mudam mesmo, né?
o chuveiro do banheiro sempre vai ter um buraquinho que solta água muito gelada no meio da ducha quente;
eu nunca vou desarrumar minhas malas no dia em que chego (e talvez nem no dia seguinte);
comida de mãe é comida de mãe. não tem pra mais ninguém;
seriados sem graça sempre são uma boa pedida para ficar reclamando (taí my boys de novo que não me deixa mentir!);
meu pai sempre vai começar a assistir roda viva, filosofar um pouquinho e logo ir dormir;
sempre tem gente sem noção no ônibus.
li hoje que a gente nunca é inteiramente infeliz. isso é muito sábio. mas não sei se o contrário também é verdade... talvez não.
acho que esse post deveria ter entrado no race for top 5. :~
17 junho, 2008
16 junho, 2008
clichê, clichê, clichê
estou farta de ver tanta coisa repetida por aí. gente que repete frases e os outros acham bonito. o mesmo lugar-comum sempre, essa paisagem que não muda. é como andar de carro pelas estradas do interior de são paulo, a velocidade faz as coisas parecerem diferentes, mas são sempre as mesmas árvores, campos e plantações de café.
pessoas que insistem em um comportamento, que repetem relacionamentos, que procuram sempre a mesma pessoa em todas as outras. tédio.
eu amo clichês, eles representam uma fórmula que deu certo, mas tudo tem um limite. pieguice é um crime, já que há tanta coisa nova e bacana no mundo. que preguiça de tanta coisa igual.
12 junho, 2008
11 junho, 2008
there was music in the cafes at night
and revolution in the air
fico pensando também o que quero do meu futuro, reafirmo mais uma vez as minhas certezas e os motivos pelos quais escolhi o meu caminho. quando era mais nova, tinha medo de como minha personalidade se transformaria - de uma hora para a outra - quando eu me tornasse adulta. cá estou eu, 21 anos nas costas, e absolutamente nada mudou. quer dizer, tudo mudou, mas foi um processo lento e sem traumas. quando penso no que virá, não consigo deixar de ter a certeza de que será mais ou menos igual: dias com risadas, algumas preocupações, algum afeto, uma ou outra descoberta, às vezes uma súbita mudança de interesses. um trabalho que me deixará satisfeita, leituras que me farão pensar o quanto eu realmente sei nada de nada, preguiça de falar, mas felicidade depois de uma conversa produtiva (principalmente se for sobre besteiras). certos filmes para chorar, outros para rir, pessoas para abraçar, outras para beijar, algumas para apenas sorrir. vez ou outra, um nervosismo sem porquê. a eterna dúvida dos 'porquês'. a saudade para chorar, a cerveja no bar e a vergonha quando se formam rimas sem querer.
05 junho, 2008
some people have a hard time explaining rock and roll. i don't think that anyone can really explain rock and roll. maybe pete townsend - but that's okay. rock and roll is a lifestyle and a way of thinking. it's not about money and popularity - although some money would be nice - but it's a voice that says 'here i am, and fuck you if you can't understand me'.
one of these people is gonna save the world, and that means that rock and roll can save the world, all of us together. but what it all comes down to is that thing, the indefinable thing when people catch something from your music... what i'm talking about is: wait, what am i talking about?
- jeff bebe, no filme almost famous [quase famosos].
04 junho, 2008
could it BE any recurrent?
tava pensando ontem enquanto lia o blog escondido de uma amiga (ok, não tão escondido assim): acho que seria bom ter um lugarzinho assim pra mim. para escrever, escrever, escrever sem que ninguém meta o bedelho, para elogiar ou criticar. me sinto mal ao me abrir pras pessoas, mas me surpreendo com a quantidade de vezes que fiz isso nos últimos dias. nas horas mais inesperadas, em situações constrangedoras, estou lá abrindo meu coraçãozinho, como se a pessoa que está ouvindo pudesse mudar qualquer coisa que seja na minha vida. seria bem legal se tudo dependesse dos outros, né? seria muito mais tranqüilo, afinal seríamos sempre inocentes.
pensando bem, ainda bem que não é assim. pensar que o caminho certo depende unicamente das minhas escolhas (em suma, a maneira como levo minha vida) é deveras reconfortante. boto uma fé em mim. erro pra caralho, but that's ok.
às vezes penso que sou muito repetitiva. olha aí de novo: eu abrindo meu coraçãozinho para uma janela do blogspot.
26 maio, 2008
so much past inside my present
esse vento que insiste em assediar as folhas pode ser o mesmo daqueles tempos, como se, num ciclo sem fim, ele tivesse voltado e voltado. naquela época, o que eu mais gostava em você eram as certezas, mesmo que eu ainda não soubesse disso. hoje, o que mais me dá prazer são as minhas certezas. a dança das árvores confirma: não foi a gente que mudou, fui eu.
18 maio, 2008
20 abril, 2008

e vai passando como um vagão sem locomotiva, desgovernado, insólito, eu sei. a gente vai, sentado na janelinha, morrendo de medo de tudo, das árvores que passam correndo na direção contrária, dos barrancos, dos passageiros, que alguém se machuque, da tão esperada batida que nunca acontece, nunca. o que realmente nos amedronta, na verdade, é que esse trem nunca páre.
01 fevereiro, 2008

férias... é, já estão acabando.
minha mente já não funciona, estou num estado total adormecido. não quero saber de leituras profundas, nem de filmes de cinco horas, não quero ser cult, não quero ser nada. estou tranqüila, sem grandes pretensões e isso me faz bem.
muita coisa mudou nesses últimos dias, e muitas outras mudarão nos próximos. o futuro é incerto mas, ainda assim, brilhante como nunca. gosto de acordar e planejar meu dia com a maior liberdade do mundo. fazer as minhas coisas, ver quem eu gosto, aproveitar a família. meu deus, eu sou uma piegas, mas vou dizer: vou morrer de saudade.
fato é que descobri uma força que nunca imaginei que teria. estou surpresa e muito satisfeita com isso. compreendi muitas coisas também, coisas que não poderiam ser entendidas em qualquer outro período. para isso acontecer, deve haver tempo livre. durante as férias, dá pra pensar desprendidamente, com um distanciamento seguro de dramas. fica mais fácil...
estou adorando reencontrar os velhos amigos, os novos, os de sempre e os de agora. também estou adorando sair segunda-feira e ficar com a família no sábado à noite. passar as tardes de domingo na casa da vovó, comendo pastel. assistir séries todos os dias com o irmão, até as ruins (o que é my boys, alguém me exprica?!). tomar café gelado todos os dias no café do feirante (e detonar todo o estoque de bolachinhas grátis). ler o último harry potter com as pernas em cima do cão. churrascos & bares & conversas intermináveis, noite após noite...
adoro saber que tem tanta gente querida aqui em marília. mesmo os que estão em são paulo ou lá onde judas perdeu as botas, é aqui que todo mundo se reencontra.
